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MINICURSOS 2018-01-16T12:54:35+00:00

IMPORTANTE: A participação no minicurso é condicionada a inscrição no Congresso.

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Data: 07 e 08 de julho de 2018
Horário: de 8h às 18h (carga horária de 16 horas)

Resumo da Proposta: O minicurso abordará métodos de preparação em palinologia (acetólise e montagens de lâminas) com prática em laboratório usando-se material recente coletado em exsicatas do herbário da UFMT. As famílias botânicas a serem estudadas terão morfologias características que serão usadas para explicar sobre forma, abertura, ornamentação e estrutura de parede de grãos de pólen. Os participantes farão todo o processo de acetólise e montagem de lâmina, bem como a descrição em microscópio óptico do pólen preparado. Além disso, eles usarão chaves de identificação previamente preparadas para pelos ministrantes para os taxa específicos a serem estudados.

Proponente (s)

Carlos D’Apolito, Dr.
Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), Faculdade de Geociências (FAGEO), Campus Cuiabá
carlosdapolito@gmail.com, 67-99679 3724
http://lattes.cnpq.br/4557754746424026

Silane A. F. Silva-Caminha, Dra.
Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), Faculdade de Geociências (FAGEO), campus Cuiabá
silane.silva@gmail.com, 65-98479 5263
http://lattes.cnpq.br/4618435355340098

Número de vagas: 10 vagas

Pré Requisitos: Estar cursando biologia ou curso afim, onde haja prática em microscópio ópticos e aulas em laboratórios, ou experiência prévia em microscopia óptica, instrumentação laboratorial em geral.

Material exigido dos Cursistas: Nenhum

Público Alvo: Estudantes de graduação

Valor: R$ 50,00

Data: 07 e 08 de julho de 2018
Horário: de 9h às 18h no sábado e 9h às 16h no domingo (carga horária de 12 horas)

Resumo da Proposta: O minicurso visa proporcionar aos seus participantes uma visão geral sobre o posicionamento taxonômico da família Asteraceae entre as espermatófitas, sua importância econômica e caracterização morfológica. Também será falado sobre a classificação infrafamiliar e a caracterização diagnóstica, riqueza, distribuição e ilustração das tribos ocorrentes no Brasil com ênfase nas ocorrentes no Bioma Cerrado. Serão discutidas as características uteis na identificação dos táxons, bem como as referências bibliográficas mais usuais.

Proponente (s)

Aristônio Magalhães Teles
Doutor em Ciências pela Universidade Federal de Minas Gerais. Atualmente Professor Associado do Departamento de Botânica do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Goiás, regional Goiânia.
E-mail: teles@ufg.br
http://lattes.cnpq.br/1464201907983484

Número de vagas: 25 vagas

Pré Requisitos: Conhecimento básico de morfologia vegetal

Material exigido dos Cursistas: Caneta e papel

Público Alvo: Alunos de graduação, graduados, alunos de pós-graduação que se interessarem pelo tema.

Valor: R$ 30,00

Data: 07 e 08 de julho de 2018
Horário: de 8h às 18h  (carga horária de 16 horas)

Resumo da Proposta: O Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (Lei 9.985, 15/07/2000) determina que cada área protegida tenha seu próprio Plano de Manejo. Os levantamentos de vegetação são componentes fundamentais na execução de planos de manejo, pois é atribuída a esse tema a etapa de mapeamento e caracterização inicial da paisagem, informações essenciais para o zoneamento da unidade. A proposta do curso é capacitar os interessados a identificar os principais atributos para o diagnóstico da vegetação em um plano de manejo. Nesse contexto, serão apresentados os conceitos fitogeográficos necessários para o correto mapeamento da vegetação de áreas naturais e antropizadas, assim como as ferramentas utilizadas para obtenção de dados secundários sobre a vegetação e flora associada (dados bibliográficos e acervos científicos). A partir da lista das espécies registradas na área utilizada como estudo de caso, serão apresentados conceitos e métodos para detecção de espécies da flora consideradas ameaçadas de extinção e exóticas invasoras. A definição de áreas prioritárias para a conservação será baseada na análise qualitativa do estado de conservação dos trechos mapeados e verificados em campo, nos vetores de degradação, na composição de espécies e na importância de cada fisionomia na paisagem regional. Serão abordadas propostas para o zoneamento conforme roteiro metodológico, com ênfase nas zonas diretamente relacionadas à conservação da vegetação natural, sendo estas as zonas intangível, primitiva e de recuperação.

Proponente (s)

Geraldo Alves Damasceno Junior
Doutorado em Biologia Vegetal.
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, Departamento de Biologia. Campo Grande, MS.
geraldodamasceno@gmail.com
http://lattes.cnpq.br/2968576714855735

Natália Macedo Ivanauskas
Doutorado em Biologia Vegetal.
Instituto Florestal, Seção de Ecologia Florestal, São Paulo, SP
nivanaus@yahoo.com.br
http://lattes.cnpq.br/5822634990632546

Cintia Maria Santos da Camara Brazão
Mestrado em Ecologia e Conservação da Biodiversidade
Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, Parque Nacional da Chapada dos Guimarães.
cintia.brazao@icmbio.gov.br
http://lattes.cnpq.br/9581264113895554

Número de vagas: 25 vagas

Pré Requisitos: Leitura “Roteiro Metodológico de Planejamento – Parques Nacionais, Reservas Biológicas e Estações Ecológicas” , no que se refere aos itens diagnóstico e zoneamento. (http://www.icmbio.gov.br/portal/images/stories/imgs-unidades-coservacao/roteiroparna.pdf)

Material exigido dos Cursistas: Notebook, Tesoura de poda manual, Lupa de mão e Equipamento de proteção (botas de cano longo ou perneiras, filtro solar, repelente, capa de chuva, boné).

Público Alvo: Alunos de graduação e pós-graduação, gestores de áreas protegidas e técnicos que atuem na área ambiental.

Valor: R$ 50,00

Data: 08 de julho de 2018
Horário: de 8h às 18h  (carga horária de 8 horas)

Resumo da Proposta: Nos últimos anos diversas tecnologias têm permitido o continuo aprimoramento das ferramentas moleculares, gerando novos marcadores moleculares baseados no polimorfismo de DNA. Esses marcadores apresentam grande variação quanto à capacidade de rendimento de informação (low-, high-, ultra-highthroughput) e o potencial de uso em diferentes escalas, consistindo em poderosas ferramentas para investigar questões delimitação de espécies, filogeografia, hidridização, biologia reprodutiva, fluxo gênico, genética forense, ecologia molecular, genética da paisagem e genômica de populações.
Ementa: Histórico dos marcadores genéticos como ferramenta para estudos da biodiversidade vegetal realizados no contexto genético-populacional e evolutivo. Principais tipos de marcadores que permitem a detecção do polimorfismo no DNA para responder diferentes questões biológicas. Novas estratégias e ferramentas derivadas do sequenciamento de nova geração e suas possibilidades de utilização. Aplicações e possibilidades de uso dos marcadores moleculares nos estudos da biodiversidade vegetal.

Proponente (s)

Mariana Pires de Campos Telles, Doutora
Pontifícia Universidade Católica de Goiás, Escola de Ciência Agrárias e Biológicas
Universidade Federal de Goiás, Instituto de Ciências Biológicas, Departamento de Genética
E-mail: tellesmpc@gmail.com
http://lattes.cnpq.br/4648436798023532

Thannya Nascimento Soares
Universidade Federal de Goiás, Departamento de Genética
Universidade Federal de Goiás, Instituto de Ciências Biológicas, Departamento de Genética
E-mail: tnsoares@gmail.com
http://lattes.cnpq.br/5590256762396056

Número de vagas: 30 vagas

Pré Requisitos: Nenhum

Material exigido dos Cursistas: Nenhum

Público Alvo: Estudantes de graduação, pós-graduação e profissionais.

Valor: R$ 30,00

Data: 07 e 08 de julho de 2018
Horário: de 8h às 18h  (carga horária de 16 horas)

Resumo da Proposta: A proposta deste minicurso é desenvolver no aluno a capacidade de interpretar o desenvolvimento do sistema caulinar, associando a anatomia vegetal com os mecanismos moleculares envolvidos neste processo. Por meio deste curso, objetiva-se a construção do conhecimento da organogênese no corpo primário das plantas vasculares, a partir do estabelecimento do embrião, com ênfase nos processos da ontogênese foliar. O minicurso está estruturado em aulas teóricas, complementadas com discussão de artigos científicos atualizados e aulas práticas de anatomia vegetal, abordando os principais temas como: Mecanismos que determinam o estabelecimento do embrião; formação e manutenção do meristema apical caulinar; desenvolvimento foliar: iniciação, morfogênese primária e secundária; estabelecimento da rede vascular primórdio foliar-eixo caulinar; desenvolvimento de estruturas na base da folha (bainha, estípulas, lígulas, pecíolo); conceito de base constitutiva e transição da identidade meristemática: vegetativo, de inflorescência e floral.

Proponente (s)

Gladys Flávia de Albuquerque Melo-de-Pinna, Livre-Docente
Universidade de São Paulo – Instituto de Biociências – Departamento de Botânica
E-mail: gfmpinna@usp.br
http://lattes.cnpq.br/1490733706362368

Rafael da Silva Cruz, Mestre
Universidade de São Paulo – Instituto de Biociências – Departamento de Botânica
E-mail: rafaeldscruz@gmail.com
http://lattes.cnpq.br/2474345889304968

José Hernandes Lopes Filho, Doutor
Universidade de São Paulo – Instituto de Biociências – Departamento de Botânica
E-mail: zehernandes@gmail.com
 http://lattes.cnpq.br/2941633070346604

Número de vagas: 20 vagas

Pré Requisitos: Conhecimento básico em morfologia e anatomia vegetal

Material exigido dos Cursistas: Caderno de desenho (qualquer tamanho) e lápis preto e colorido

Público Alvo: Estudantes e pesquisadores (pós-graduandos e docentes) na área de Botânica

Valor: R$ 50,00

Data: 07 e 08 de julho de 2018
Horário: de 10h às 18h no sábado e 8h às 16h no domingo  (carga horária de 12 horas)

Resumo da Proposta: A Sistemática estuda a diversidade dos organismos bem como as relações entre eles. Desta fazem parte a Taxonomia, que consiste em nomear e descrever os organismos classificando-os, e a Nomenclatura que trata da aplicação correta dos nomes com base em regras pré-estabelecidas. Estas áreas subsidiam e são a base de todos os trabalhos em Ciências Biológicas. Ao iniciar-se no estudo de um grupo de plantas o jovem pesquisador precisa reunir informações que se encontram difusas no tempo, como as obras raras, e no espaço, como dados de ocorrência das espécies e vouchers depositados nos herbários de todo o mundo. Além disso, ainda precisa se manter atualizado com as novas publicações. Nos últimos anos estas tarefas foram facilitadas graças ao advento de novas ferramentas e oportunidades tecnológicas oferecidas pela internet. A utilização destes recursos para enfrentar os desafios encontrados pelos Taxonomistas de plantas em suas tarefas cotidianas é o foco deste curso. Pretende-se possibilitar ao aluno o contato com alguns dos sites úteis e softwares de código aberto utilizados em Botânica Sistemática. Abordaremos questões relacionadas à obtenção de bibliografias clássicas; consulta a herbários virtuais; floras e monografias virtuais; publicações on-line; obtenção de dados de distribuição geográfica e sites úteis utilizados em sistemática filogenética.

Proponente (s)

Anderson Ferreira Pinto Machado, Doutor em Botânica (UEFS)
Atualmente não afiliado.
E-mail: machadoafp@gmail.com
http://lattes.cnpq.br/0102289953376975

Andrea Karla Almeida dos Santos, Doutora em Botânica (UEFS)
Professora Adjunto II – Botânica da Universidade Federal da Bahia
Instituto Multidisciplinar em Saúde, Campus Anísio Teixeira. Vitória da Conquista, BA
E-mail: andreakarlaufba@gmail.com
 http://lattes.cnpq.br/6358588688610804

Número de vagas: 25 vagas

Pré Requisitos: Conhecimentos básicos de informática e de Botânica Sistemática

Material exigido dos Cursistas: Computador pessoal

Público Alvo: Alunos de graduação; professores de Ciências ou Biologia e/ou qualquer pessoa que tenha interesse na área e que deseje ter um apanhado geral das ferramentas que utilizamos atualmente.

Valor: R$ 30,00

Data: 07 e 08 de julho de 2018
Horário: de 8h às 12h  (carga horária de 8 horas)

Resumo da Proposta:  As flores possuem grande diversidade de formas, cores, odores e recursos, associados às diferentes formas de reprodução e polinização. Neste sentido, padrões fenológicos são de grande importância para o entendimento da reprodução das plantas e da organização espaço-temporal dos recursos disponíveis no ambiente aos animais associados (polinizadores e dispersores). Um dos maiores desafios dos estudos dessa natureza, nos trópicos, é a grande diversidade e heterogeneidade ambiental encontradas nessas regiões. O minicurso será baseado em aulas teóricas, envolvendo os seguintes temas: resumo histórico sobre fenologia, conceitos (fase, fenofase, período, sub-período, duração, amplitude, estádio, sazonalidade), métodos de amostragem; compreensão sobre a biologia das flores (estrutura e função), recursos, visitantes florais e influência da fenologia na reprodução; entendimento da fenologia como estratégia reprodutiva a nível individual (display e longevidade floral), populacional (sincronia entre indivíduos e período de floração das espécies) e de comunidades (padrões agregados, segregados ou aleatórios). Além disso, o minicurso a abordará os cálculos dos índices de sincronismo, de atividade e de intensidade. Também serão abordadas as possíveis relações com fatores bióticos (polinizadores e dispersores) e abióticos (variáveis climáticas, como fotoperíodo, temperatura, precipitação). Em complemento, estudos de caso serão sempre abordados durante as aulas.

Proponente (s)

Ana Rodarte, Título Acadêmico: Doutor
Universidade Federal do Rio de Janeiro/Museu Nacional – Departamento de Botânica
E-mail: atrodarte@gmail.com
http://lattes.cnpq.br/4244843760206578

Cristine Rodrigues Benevides, Título Acadêmico: Doutor
Universidade Federal do Rio de Janeiro/Museu Nacional – Departamento de Botânica
E-mail: crisbenevides@gmail.com
http://lattes.cnpq.br/1060544402847416

Número de vagas: 30 vagas

Pré Requisitos: Ser estudante de graduação em Ciências Biológicas ou áreas afins

Material exigido dos Cursistas: Nenhum

Público Alvo: Alunos de Graduação e Pós-Graduação em Botânica/Ecologia ou áreas afins

Valor: R$ 30,00

Data: 07 e 08 de julho de 2018
Horário: de 9h às 17h  (carga horária de 12 horas)

Resumo da Proposta:  Anos recentes têm visto rápido avanço no conhecimento de padrões e processos histórico em plantas. Diversas novidades tecnológicas e computacionais, aliadas à proposição de modelos analíticos, vêm permitindo experimentos criativos e novos métodos sobre processos evolutivos em escala populacional ou superiores. O minicurso “Métodos em Biologia Evolutiva de Plantas” com 12 horas de duração busca proporcionar uma atualização metodológica em Biologia Evolutiva de Plantas e apresentar ferramentas de análise de modo prático e participativo. O público alvo são estudantes de graduação e pós graduação e jovens pesquisadores interessados em atualização em métodos e análises evolutivas.

Proponente (s)

Thiago André, Doutor
Universidade Federal do Oeste do Pará – Campus: Santarém
Instituto ou Departamento: Programa de Pós Graduação em Biodiversidade
E-mail: thiagojcandre@gmail.com
http://lattes.cnpq.br/6384773144352915

Número de vagas: 20 vagas

Pré Requisitos: Conhecimento introdutório de genética e evolução

Material exigido dos Cursistas: Alternativamente à sala de informática, poderá ser exigido dos participantes trazerem seus próprios computadores notebooks.

Público Alvo: Estudantes de graduação e pós graduação e jovens pesquisadores interessados em atualização em métodos e análises evolutivas

Valor: R$ 30,00

Data: 07 e 08 de julho de 2018
Horário: de 8h às 18h  (carga horária de 16 horas)

Resumo da Proposta:  Modelos de nicho vêm sendo utilizados cada vez mais por interessados em história biogeográfica, efeitos de mudanças climáticas sobre a distribuição geográfica de espécies, direcionamento para coletas e indicação de áreas prioritárias para conservação. Ao unir pontos de ocorrência de espécies com um subconjunto de dimensões do nicho ecológico mediante aplicação de algoritmos, obtêm-se áreas potencialmente adequadas para abrigar tais espécies. A proposta do minicurso é fornecer bases teóricas e práticas (estas totalmente em ambiente R) para que o aluno possa dominar as ferramentas básicas do processo de modelagem de nicho.

Proponente (s)

Pedro V. Eisenlohr, Doutor
Universidade do Estado de Mato Grosso, Campus de Alta Floresta
E-mail: pedro.eisenlohr@unemat.br
http://lattes.cnpq.br/7153034797991302

Mônica A. Cupertino Eisenlohr, Mestre
Universidade de Brasília, Programa de Pós-graduação em Botânica
E-mail: monicacupertino88@gmail.com
http://lattes.cnpq.br/4109439634786185

Número de vagas: 20 vagas

Pré Requisitos: Conhecimentos básicos de ambiente R.

Material exigido dos Cursistas: Notebook com o R e alguns pacotes previamente instalados (os ministrantes irão contatar os cursistas para maiores detalhes).

Público Alvo: Todos que se interessam por biogeografia e/ou conservação da biodiversidade.

Valor: R$ 30,00

Data: 07 e 08 de julho de 2018
Horário: de 8h às 18h no sábado e 8h às 12h no domingo  (carga horária de 12 horas)

Resumo da Proposta: A presente proposta visa apresentar o minicurso teórico-prático “Usando redes complexas para estudar interações planta-planta e animal-planta” para compor a programação do 69º CNBot. O referido minicurso tem o objetivo de introduzir os participantes à teoria de redes complexas, a qual apresenta uma série de ferramentas para o estudo de interações ecológicas. Este campo de estudo é relativamente novo e tem embasado muitos estudos tratando de interações planta-planta e animal-planta de relevância nacional e internacional nos últimos anos. Desse modo, o minicurso vai discutir os principais conceitos relacionados a teoria de redes e apresentar as principais análises de redes de interações ecológicas. O minicurso é teórico-prático, sendo aconselhável o uso de um notebook por parte dos participantes para realização das análises. Detalhes do minicurso são apresentados abaixo:
Ementa: Histórico do estudo de redes de interação. Introdução à teoria de redes complexas. Descritores topológicos ao nível de espécie. Descritores topológicos ao nível de redes. Exemplos de caso de redes planta-planta e animal-planta.
Dormann et al. (2009) Indices, graphs and null models – analyzing bipartite ecological networks. The Open Ecology Journal 2: 7-24.
Ings et al. (2009) Ecological networks – beyond food webs. Journal of Animal Ecology 78: 253-269.
Lewinsohn et al. (2006) Structure in plant-animal interaction assemblages. Oikos 113: 174-184.

Proponente (s)

Walter Santos de Araújo
Doutor em Ecologia e Evolução – UFG
Instituição – Campus – Instituto ou Departamento: Universidade Estadual de Montes Claros, Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, Departamento de Biologia Geral
E-mail: walterbioaraujo@gmail.com
http://lattes.cnpq.br/1127536475605936

Número de vagas: 30 vagas

Pré Requisitos: Conhecimentos básicos de botânica e ecologia.

Material exigido dos Cursistas: Material para anotações (lápis e papel) e notebook pessoal.

Público Alvo: Estudantes de graduação, pós-graduação e profissionais da botânica e áreas afins que tenham interesse em ecologia de interações.

Valor: R$ 30,00

Data: 07 e 08 de julho de 2018
Horário: de 8h às 18h (carga horária de 16 horas)

Resumo da Proposta:Para que a exploração de petróleo e carvão ocorra é necessária uma série de estudos prévios de geofísica, geologia, micropaleontologia dentre outros.
No que tange a micropaleontologia, os estudos da paleopalinologia e da palinofácieis se mostram muito importantes para a melhor compreensão das bacias sedimentares, onde o petróleo e o carvão se encontram armazenados e preservados.
Os estudos da paleopalinologia e da palinofácieis colaboram na compreensão dos aspectos deposicionais, paleoclimáticos, paleoambientais e na datação das bacias sedimentares, além de serem excelentes ferramentas para a bioestratigrafia e correlação estratigráfica. Compreender todos estes aspectos da bacia faz com que se entenda melhor como, quando e onde ocorreu a formação do petróleo e do carvão.
O estudo da paleobotânica interagindo com a micropaleontologia aumenta a compreensão da bacia no aspecto paleoambiental e histórico demonstrando a interdisciplinaridade entre a botânica e a geociências.

Proponente (s)

Sarah Gonçalves Duarte
Doutora em Geologia/Paleontologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Filiação atual: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) – Seropédica– Departamento de Geociência e Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro (SEEDUC-RJ).
E-mail: sarahpalino@yahoo.com.br
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4561406P8

Número de vagas: 50 vagas

Pré Requisitos: Algum conhecimento prévio de Botânica básica

Material exigido dos Cursistas: Nenhum

Público Alvo: Acadêmicos em geral, alunos de graduação, pós-graduação e professores.

Valor: R$ 50,00

Data: 07 e 08 de julho de 2018
Horário: de 8h às 18h no sábado e 8h às 12h no domingo (carga horária de 12 horas)

Resumo da Proposta: O monitoramento ambiental é uma das ferramentas mais importantes da gestão de recursos hídricos. Para que essa prestação de serviço ocorra são necessários profissionais capacitados que busquem empreender nessa área estratégica que mitiga, preserva e conserva ecossistemas aquáticos naturais ou artificiais de impactos oriundos das ações antrópicas. Nessa vertente, o minicurso busca despertar em graduandos e profissionais o empreendedorismo através das noções gerais de levantamento de fitoplâncton, técnicas de coleta, identificação e análise que subsidiem elaboração de relatórios e estudos taxonômicos, ambientais e ecológicos.

Proponente (s)

Márcia Teixeira de Oliveira, Doutora
Universidade Federal de Mato Grosso- Cuiabá- Departamento de Botânica e Ecologia
E-mail: marciatoli36@gmail.com
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4769593T8

Regiane Luiza da Costa, Mestra
Instituto Várzeagrandense de Educação – IVE
E-mail: regiluiza.bio@gmail.com
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4459146P7

Número de vagas: 15 vagas

Pré Requisitos: Domínio do manuseio do microscópio ótico.

Material exigido dos Cursistas: Jaleco, calça comprida e sapato fechado.

Público Alvo: Alunos ou egressos dos Cursos de Ciências Biológicas e Engenharia Ambiental.

Valor: R$ 50,00