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MINICURSOS 2018-04-19T14:13:25+00:00

IMPORTANTE: A participação no minicurso é condicionada a inscrição no Congresso.

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Data: 07 e 08 de julho de 2018
Horário: de 8h às 18h (carga horária de 16 horas)

Resumo da Proposta: O minicurso abordará métodos de preparação em palinologia (acetólise e montagens de lâminas) com prática em laboratório usando-se material recente coletado em exsicatas do herbário da UFMT. As famílias botânicas a serem estudadas terão morfologias características que serão usadas para explicar sobre forma, abertura, ornamentação e estrutura de parede de grãos de pólen. Os participantes farão todo o processo de acetólise e montagem de lâmina, bem como a descrição em microscópio óptico do pólen preparado. Além disso, eles usarão chaves de identificação previamente preparadas para pelos ministrantes para os taxa específicos a serem estudados.

Proponente (s)

Carlos D’Apolito, Dr.
Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), Faculdade de Geociências (FAGEO), Campus Cuiabá
carlosdapolito@gmail.com, 67-99679 3724
http://lattes.cnpq.br/4557754746424026

Silane A. F. Silva-Caminha, Dra.
Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), Faculdade de Geociências (FAGEO), campus Cuiabá
silane.silva@gmail.com, 65-98479 5263
http://lattes.cnpq.br/4618435355340098

Número de vagas: 10 vagas

Pré Requisitos: Estar cursando biologia ou curso afim, onde haja prática em microscópio ópticos e aulas em laboratórios, ou experiência prévia em microscopia óptica, instrumentação laboratorial em geral.

Material exigido dos Cursistas: Nenhum

Público Alvo: Estudantes de graduação

Valor: R$ 50,00

Data: 07 e 08 de julho de 2018
Horário: de 9h às 18h no sábado e 9h às 16h no domingo (carga horária de 12 horas)

Resumo da Proposta: O minicurso visa proporcionar aos seus participantes uma visão geral sobre o posicionamento taxonômico da família Asteraceae entre as espermatófitas, sua importância econômica e caracterização morfológica. Também será falado sobre a classificação infrafamiliar e a caracterização diagnóstica, riqueza, distribuição e ilustração das tribos ocorrentes no Brasil com ênfase nas ocorrentes no Bioma Cerrado. Serão discutidas as características uteis na identificação dos táxons, bem como as referências bibliográficas mais usuais.

Proponente (s)

Aristônio Magalhães Teles
Doutor em Ciências pela Universidade Federal de Minas Gerais. Atualmente Professor Associado do Departamento de Botânica do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Goiás, regional Goiânia.
E-mail: teles@ufg.br
http://lattes.cnpq.br/1464201907983484

Número de vagas: 25 vagas

Pré Requisitos: Conhecimento básico de morfologia vegetal

Material exigido dos Cursistas: Caneta e papel

Público Alvo: Alunos de graduação, graduados, alunos de pós-graduação que se interessarem pelo tema.

Valor: R$ 30,00

Data: 07 e 08 de julho de 2018
Horário: de 8h às 18h  (carga horária de 16 horas)

Resumo da Proposta: O Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (Lei 9.985, 15/07/2000) determina que cada área protegida tenha seu próprio Plano de Manejo. Os levantamentos de vegetação são componentes fundamentais na execução de planos de manejo, pois é atribuída a esse tema a etapa de mapeamento e caracterização inicial da paisagem, informações essenciais para o zoneamento da unidade. A proposta do curso é capacitar os interessados a identificar os principais atributos para o diagnóstico da vegetação em um plano de manejo. Nesse contexto, serão apresentados os conceitos fitogeográficos necessários para o correto mapeamento da vegetação de áreas naturais e antropizadas, assim como as ferramentas utilizadas para obtenção de dados secundários sobre a vegetação e flora associada (dados bibliográficos e acervos científicos). A partir da lista das espécies registradas na área utilizada como estudo de caso, serão apresentados conceitos e métodos para detecção de espécies da flora consideradas ameaçadas de extinção e exóticas invasoras. A definição de áreas prioritárias para a conservação será baseada na análise qualitativa do estado de conservação dos trechos mapeados e verificados em campo, nos vetores de degradação, na composição de espécies e na importância de cada fisionomia na paisagem regional. Serão abordadas propostas para o zoneamento conforme roteiro metodológico, com ênfase nas zonas diretamente relacionadas à conservação da vegetação natural, sendo estas as zonas intangível, primitiva e de recuperação.

Proponente (s)

Geraldo Alves Damasceno Junior
Doutorado em Biologia Vegetal.
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, Departamento de Biologia. Campo Grande, MS.
geraldodamasceno@gmail.com
http://lattes.cnpq.br/2968576714855735

Natália Macedo Ivanauskas
Doutorado em Biologia Vegetal.
Instituto Florestal, Seção de Ecologia Florestal, São Paulo, SP
nivanaus@yahoo.com.br
http://lattes.cnpq.br/5822634990632546

Cintia Maria Santos da Camara Brazão
Mestrado em Ecologia e Conservação da Biodiversidade
Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, Parque Nacional da Chapada dos Guimarães.
cintia.brazao@icmbio.gov.br
http://lattes.cnpq.br/9581264113895554

Número de vagas: 25 vagas

Pré Requisitos: Leitura “Roteiro Metodológico de Planejamento – Parques Nacionais, Reservas Biológicas e Estações Ecológicas” , no que se refere aos itens diagnóstico e zoneamento. (http://www.icmbio.gov.br/portal/images/stories/imgs-unidades-coservacao/roteiroparna.pdf)

Material exigido dos Cursistas: Notebook, Tesoura de poda manual, Lupa de mão e Equipamento de proteção (botas de cano longo ou perneiras, filtro solar, repelente, capa de chuva, boné).

Público Alvo: Alunos de graduação e pós-graduação, gestores de áreas protegidas e técnicos que atuem na área ambiental.

Valor: R$ 50,00

Data: 08 de julho de 2018
Horário: de 8h às 18h  (carga horária de 8 horas)

Resumo da Proposta: Nos últimos anos diversas tecnologias têm permitido o continuo aprimoramento das ferramentas moleculares, gerando novos marcadores moleculares baseados no polimorfismo de DNA. Esses marcadores apresentam grande variação quanto à capacidade de rendimento de informação (low-, high-, ultra-highthroughput) e o potencial de uso em diferentes escalas, consistindo em poderosas ferramentas para investigar questões delimitação de espécies, filogeografia, hidridização, biologia reprodutiva, fluxo gênico, genética forense, ecologia molecular, genética da paisagem e genômica de populações.
Ementa: Histórico dos marcadores genéticos como ferramenta para estudos da biodiversidade vegetal realizados no contexto genético-populacional e evolutivo. Principais tipos de marcadores que permitem a detecção do polimorfismo no DNA para responder diferentes questões biológicas. Novas estratégias e ferramentas derivadas do sequenciamento de nova geração e suas possibilidades de utilização. Aplicações e possibilidades de uso dos marcadores moleculares nos estudos da biodiversidade vegetal.

Proponente (s)

Mariana Pires de Campos Telles, Doutora
Pontifícia Universidade Católica de Goiás, Escola de Ciência Agrárias e Biológicas
Universidade Federal de Goiás, Instituto de Ciências Biológicas, Departamento de Genética
E-mail: tellesmpc@gmail.com
http://lattes.cnpq.br/4648436798023532

Thannya Nascimento Soares
Universidade Federal de Goiás, Departamento de Genética
Universidade Federal de Goiás, Instituto de Ciências Biológicas, Departamento de Genética
E-mail: tnsoares@gmail.com
http://lattes.cnpq.br/5590256762396056

Número de vagas: 30 vagas

Pré Requisitos: Nenhum

Material exigido dos Cursistas: Nenhum

Público Alvo: Estudantes de graduação, pós-graduação e profissionais.

Valor: R$ 30,00

Data: 07 e 08 de julho de 2018
Horário: de 8h às 18h  (carga horária de 16 horas)

Resumo da Proposta: A proposta deste minicurso é desenvolver no aluno a capacidade de interpretar o desenvolvimento do sistema caulinar, associando a anatomia vegetal com os mecanismos moleculares envolvidos neste processo. Por meio deste curso, objetiva-se a construção do conhecimento da organogênese no corpo primário das plantas vasculares, a partir do estabelecimento do embrião, com ênfase nos processos da ontogênese foliar. O minicurso está estruturado em aulas teóricas, complementadas com discussão de artigos científicos atualizados e aulas práticas de anatomia vegetal, abordando os principais temas como: Mecanismos que determinam o estabelecimento do embrião; formação e manutenção do meristema apical caulinar; desenvolvimento foliar: iniciação, morfogênese primária e secundária; estabelecimento da rede vascular primórdio foliar-eixo caulinar; desenvolvimento de estruturas na base da folha (bainha, estípulas, lígulas, pecíolo); conceito de base constitutiva e transição da identidade meristemática: vegetativo, de inflorescência e floral.

Proponente (s)

Gladys Flávia de Albuquerque Melo-de-Pinna, Livre-Docente
Universidade de São Paulo – Instituto de Biociências – Departamento de Botânica
E-mail: gfmpinna@usp.br
http://lattes.cnpq.br/1490733706362368

Rafael da Silva Cruz, Mestre
Universidade de São Paulo – Instituto de Biociências – Departamento de Botânica
E-mail: rafaeldscruz@gmail.com
http://lattes.cnpq.br/2474345889304968

José Hernandes Lopes Filho, Doutor
Universidade de São Paulo – Instituto de Biociências – Departamento de Botânica
E-mail: zehernandes@gmail.com
 http://lattes.cnpq.br/2941633070346604

Número de vagas: 20 vagas

Pré Requisitos: Conhecimento básico em morfologia e anatomia vegetal

Material exigido dos Cursistas: Caderno de desenho (qualquer tamanho) e lápis preto e colorido

Público Alvo: Estudantes e pesquisadores (pós-graduandos e docentes) na área de Botânica

Valor: R$ 50,00

Data: 07 e 08 de julho de 2018
Horário: de 10h às 18h no sábado e 8h às 16h no domingo  (carga horária de 12 horas)

Resumo da Proposta: A Sistemática estuda a diversidade dos organismos bem como as relações entre eles. Desta fazem parte a Taxonomia, que consiste em nomear e descrever os organismos classificando-os, e a Nomenclatura que trata da aplicação correta dos nomes com base em regras pré-estabelecidas. Estas áreas subsidiam e são a base de todos os trabalhos em Ciências Biológicas. Ao iniciar-se no estudo de um grupo de plantas o jovem pesquisador precisa reunir informações que se encontram difusas no tempo, como as obras raras, e no espaço, como dados de ocorrência das espécies e vouchers depositados nos herbários de todo o mundo. Além disso, ainda precisa se manter atualizado com as novas publicações. Nos últimos anos estas tarefas foram facilitadas graças ao advento de novas ferramentas e oportunidades tecnológicas oferecidas pela internet. A utilização destes recursos para enfrentar os desafios encontrados pelos Taxonomistas de plantas em suas tarefas cotidianas é o foco deste curso. Pretende-se possibilitar ao aluno o contato com alguns dos sites úteis e softwares de código aberto utilizados em Botânica Sistemática. Abordaremos questões relacionadas à obtenção de bibliografias clássicas; consulta a herbários virtuais; floras e monografias virtuais; publicações on-line; obtenção de dados de distribuição geográfica e sites úteis utilizados em sistemática filogenética.

Proponente (s)

Anderson Ferreira Pinto Machado, Doutor em Botânica (UEFS)
Atualmente não afiliado.
E-mail: machadoafp@gmail.com
http://lattes.cnpq.br/0102289953376975

Andrea Karla Almeida dos Santos, Doutora em Botânica (UEFS)
Professora Adjunto II – Botânica da Universidade Federal da Bahia
Instituto Multidisciplinar em Saúde, Campus Anísio Teixeira. Vitória da Conquista, BA
E-mail: andreakarlaufba@gmail.com
 http://lattes.cnpq.br/6358588688610804

Número de vagas: 25 vagas

Pré Requisitos: Conhecimentos básicos de informática e de Botânica Sistemática

Material exigido dos Cursistas: Computador pessoal

Público Alvo: Alunos de graduação; professores de Ciências ou Biologia e/ou qualquer pessoa que tenha interesse na área e que deseje ter um apanhado geral das ferramentas que utilizamos atualmente.

Valor: R$ 30,00

Data: 07 e 08 de julho de 2018
Horário: de 8h às 12h  (carga horária de 8 horas)

Resumo da Proposta:  As flores possuem grande diversidade de formas, cores, odores e recursos, associados às diferentes formas de reprodução e polinização. Neste sentido, padrões fenológicos são de grande importância para o entendimento da reprodução das plantas e da organização espaço-temporal dos recursos disponíveis no ambiente aos animais associados (polinizadores e dispersores). Um dos maiores desafios dos estudos dessa natureza, nos trópicos, é a grande diversidade e heterogeneidade ambiental encontradas nessas regiões. O minicurso será baseado em aulas teóricas, envolvendo os seguintes temas: resumo histórico sobre fenologia, conceitos (fase, fenofase, período, sub-período, duração, amplitude, estádio, sazonalidade), métodos de amostragem; compreensão sobre a biologia das flores (estrutura e função), recursos, visitantes florais e influência da fenologia na reprodução; entendimento da fenologia como estratégia reprodutiva a nível individual (display e longevidade floral), populacional (sincronia entre indivíduos e período de floração das espécies) e de comunidades (padrões agregados, segregados ou aleatórios). Além disso, o minicurso a abordará os cálculos dos índices de sincronismo, de atividade e de intensidade. Também serão abordadas as possíveis relações com fatores bióticos (polinizadores e dispersores) e abióticos (variáveis climáticas, como fotoperíodo, temperatura, precipitação). Em complemento, estudos de caso serão sempre abordados durante as aulas.

Proponente (s)

Ana Rodarte, Título Acadêmico: Doutor
Universidade Federal do Rio de Janeiro/Museu Nacional – Departamento de Botânica
E-mail: atrodarte@gmail.com
http://lattes.cnpq.br/4244843760206578

Cristine Rodrigues Benevides, Título Acadêmico: Doutor
Universidade Federal do Rio de Janeiro/Museu Nacional – Departamento de Botânica
E-mail: crisbenevides@gmail.com
http://lattes.cnpq.br/1060544402847416

Número de vagas: 30 vagas

Pré Requisitos: Ser estudante de graduação em Ciências Biológicas ou áreas afins

Material exigido dos Cursistas: Nenhum

Público Alvo: Alunos de Graduação e Pós-Graduação em Botânica/Ecologia ou áreas afins

Valor: R$ 30,00

Data: 07 e 08 de julho de 2018
Horário: de 9h às 17h  (carga horária de 12 horas)

Resumo da Proposta:  Anos recentes têm visto rápido avanço no conhecimento de padrões e processos histórico em plantas. Diversas novidades tecnológicas e computacionais, aliadas à proposição de modelos analíticos, vêm permitindo experimentos criativos e novos métodos sobre processos evolutivos em escala populacional ou superiores. O minicurso “Métodos em Biologia Evolutiva de Plantas” com 12 horas de duração busca proporcionar uma atualização metodológica em Biologia Evolutiva de Plantas e apresentar ferramentas de análise de modo prático e participativo. O público alvo são estudantes de graduação e pós graduação e jovens pesquisadores interessados em atualização em métodos e análises evolutivas.

Proponente (s)

Thiago André, Doutor
Universidade Federal do Oeste do Pará – Campus: Santarém
Instituto ou Departamento: Programa de Pós Graduação em Biodiversidade
E-mail: thiagojcandre@gmail.com
http://lattes.cnpq.br/6384773144352915

Número de vagas: 20 vagas

Pré Requisitos: Conhecimento introdutório de genética e evolução

Material exigido dos Cursistas: Alternativamente à sala de informática, poderá ser exigido dos participantes trazerem seus próprios computadores notebooks.

Público Alvo: Estudantes de graduação e pós graduação e jovens pesquisadores interessados em atualização em métodos e análises evolutivas

Valor: R$ 30,00

Data: 07 e 08 de julho de 2018
Horário: de 8h às 18h  (carga horária de 16 horas)

Resumo da Proposta:  Modelos de nicho vêm sendo utilizados cada vez mais por interessados em história biogeográfica, efeitos de mudanças climáticas sobre a distribuição geográfica de espécies, direcionamento para coletas e indicação de áreas prioritárias para conservação. Ao unir pontos de ocorrência de espécies com um subconjunto de dimensões do nicho ecológico mediante aplicação de algoritmos, obtêm-se áreas potencialmente adequadas para abrigar tais espécies. A proposta do minicurso é fornecer bases teóricas e práticas (estas totalmente em ambiente R) para que o aluno possa dominar as ferramentas básicas do processo de modelagem de nicho.

Proponente (s)

Pedro V. Eisenlohr, Doutor
Universidade do Estado de Mato Grosso, Campus de Alta Floresta
E-mail: pedro.eisenlohr@unemat.br
http://lattes.cnpq.br/7153034797991302

Mônica A. Cupertino Eisenlohr, Mestre
Universidade de Brasília, Programa de Pós-graduação em Botânica
E-mail: monicacupertino88@gmail.com
http://lattes.cnpq.br/4109439634786185

Número de vagas: 20 vagas

Pré Requisitos: Conhecimentos básicos de ambiente R.

Material exigido dos Cursistas: Notebook com o R e alguns pacotes previamente instalados (os ministrantes irão contatar os cursistas para maiores detalhes).

Público Alvo: Todos que se interessam por biogeografia e/ou conservação da biodiversidade.

Valor: R$ 30,00

Data: 07 e 08 de julho de 2018
Horário: de 8h às 18h no sábado e 8h às 12h no domingo  (carga horária de 12 horas)

Resumo da Proposta: A presente proposta visa apresentar o minicurso teórico-prático “Usando redes complexas para estudar interações planta-planta e animal-planta” para compor a programação do 69º CNBot. O referido minicurso tem o objetivo de introduzir os participantes à teoria de redes complexas, a qual apresenta uma série de ferramentas para o estudo de interações ecológicas. Este campo de estudo é relativamente novo e tem embasado muitos estudos tratando de interações planta-planta e animal-planta de relevância nacional e internacional nos últimos anos. Desse modo, o minicurso vai discutir os principais conceitos relacionados a teoria de redes e apresentar as principais análises de redes de interações ecológicas. O minicurso é teórico-prático, sendo aconselhável o uso de um notebook por parte dos participantes para realização das análises. Detalhes do minicurso são apresentados abaixo:
Ementa: Histórico do estudo de redes de interação. Introdução à teoria de redes complexas. Descritores topológicos ao nível de espécie. Descritores topológicos ao nível de redes. Exemplos de caso de redes planta-planta e animal-planta.
Dormann et al. (2009) Indices, graphs and null models – analyzing bipartite ecological networks. The Open Ecology Journal 2: 7-24.
Ings et al. (2009) Ecological networks – beyond food webs. Journal of Animal Ecology 78: 253-269.
Lewinsohn et al. (2006) Structure in plant-animal interaction assemblages. Oikos 113: 174-184.

Proponente (s)

Walter Santos de Araújo
Doutor em Ecologia e Evolução – UFG
Instituição – Campus – Instituto ou Departamento: Universidade Estadual de Montes Claros, Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, Departamento de Biologia Geral
E-mail: walterbioaraujo@gmail.com
http://lattes.cnpq.br/1127536475605936

Número de vagas: 30 vagas

Pré Requisitos: Conhecimentos básicos de botânica e ecologia.

Material exigido dos Cursistas: Material para anotações (lápis e papel) e notebook pessoal.

Público Alvo: Estudantes de graduação, pós-graduação e profissionais da botânica e áreas afins que tenham interesse em ecologia de interações.

Valor: R$ 30,00

Data: 07 e 08 de julho de 2018
Horário: de 8h às 18h (carga horária de 16 horas)

Resumo da Proposta:Para que a exploração de petróleo e carvão ocorra é necessária uma série de estudos prévios de geofísica, geologia, micropaleontologia dentre outros.
No que tange a micropaleontologia, os estudos da paleopalinologia e da palinofácieis se mostram muito importantes para a melhor compreensão das bacias sedimentares, onde o petróleo e o carvão se encontram armazenados e preservados.
Os estudos da paleopalinologia e da palinofácieis colaboram na compreensão dos aspectos deposicionais, paleoclimáticos, paleoambientais e na datação das bacias sedimentares, além de serem excelentes ferramentas para a bioestratigrafia e correlação estratigráfica. Compreender todos estes aspectos da bacia faz com que se entenda melhor como, quando e onde ocorreu a formação do petróleo e do carvão.
O estudo da paleobotânica interagindo com a micropaleontologia aumenta a compreensão da bacia no aspecto paleoambiental e histórico demonstrando a interdisciplinaridade entre a botânica e a geociências.

Proponente (s)

Sarah Gonçalves Duarte
Doutora em Geologia/Paleontologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Filiação atual: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) – Seropédica– Departamento de Geociência e Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro (SEEDUC-RJ).
E-mail: sarahpalino@yahoo.com.br
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4561406P8

Número de vagas: 50 vagas

Pré Requisitos: Algum conhecimento prévio de Botânica básica

Material exigido dos Cursistas: Nenhum

Público Alvo: Acadêmicos em geral, alunos de graduação, pós-graduação e professores.

Valor: R$ 50,00

Data: 07 e 08 de julho de 2018
Horário: de 8h às 18h no sábado e 8h às 12h no domingo (carga horária de 12 horas)

Resumo da Proposta: O monitoramento ambiental é uma das ferramentas mais importantes da gestão de recursos hídricos. Para que essa prestação de serviço ocorra são necessários profissionais capacitados que busquem empreender nessa área estratégica que mitiga, preserva e conserva ecossistemas aquáticos naturais ou artificiais de impactos oriundos das ações antrópicas. Nessa vertente, o minicurso busca despertar em graduandos e profissionais o empreendedorismo através das noções gerais de levantamento de fitoplâncton, técnicas de coleta, identificação e análise que subsidiem elaboração de relatórios e estudos taxonômicos, ambientais e ecológicos.

Proponente (s)

Márcia Teixeira de Oliveira, Doutora
Universidade Federal de Mato Grosso- Cuiabá- Departamento de Botânica e Ecologia
E-mail: marciatoli36@gmail.com
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4769593T8

Regiane Luiza da Costa, Mestra
Instituto Várzeagrandense de Educação – IVE
E-mail: regiluiza.bio@gmail.com
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4459146P7

Número de vagas: 15 vagas

Pré Requisitos: Domínio do manuseio do microscópio ótico.

Material exigido dos Cursistas: Jaleco, calça comprida e sapato fechado.

Público Alvo: Alunos ou egressos dos Cursos de Ciências Biológicas e Engenharia Ambiental.

Valor: R$ 50,00

Data: 07 e 08 de julho de 2018
Horário: de 8h às 12h no sábado e 8h às 18h no domingo (carga horária de 12 horas)

Resumo da Proposta: É indiscutível a excelência dos pesquisadores brasileiros, refletida na crescente quantidade e qualidade de artigos científicos publicados a nível internacional. Contudo, ao longo de toda a formação acadêmica, incluindo mestrado, doutorado e pós-doutorado, com raras exceções, quase não há disciplinadas focadas em gestão de tempo e projetos. Sobrecarregados com diferentes demandas, tais como aulas, orientação de alunos, dissertações, teses, reuniões, revisão de artigos e administração, a produtividade é principalmente resultado de longas jornadas à noite e fins de semana, que reduzem a qualidade de vida e, em longo prazo, a própria produtividade.

Neste cenário, sobra pouco tempo e energia para elaboração de projetos, captação de recursos, publicações, formação de equipes de pesquisa de alto desempenho, parcerias e outras tantas possibilidades desejadas e necessárias ao desenvolvimento científico e tecnológico do país.

Quando olhamos para os alunos, percebemos uma situação semelhante, na qual o desconhecimento de formas eficazes de autogestão de metas, tarefas e tempo comprometem os resultados, contribuindo para um desempenho acadêmico e profissional abaixo do potencial disponível.

Assim, o minicurso se propõem a suprir essa lacuna e incrementar a produtividade de professores, alunos e profissionais mediante o uso de metodologias modernas aplicadas a estruturação de objetivos, estabelecimento de metas, criação de plano de ação, otimização do tempo e energia, estabelecimento de prioridades, alocação de tarefas, execução e melhoria contínua.

Proponente (s)

Jaime Figueiredo, Me
UFMT – Universidade Federal de Mato Grosso, Câmpus Cuiabá, Instituto de Biociências
Jaime.eco@gmail.com
http://lattes.cnpq.br/9360062460761145

Número de vagas: 30 vagas

Pré Requisitos: Graduandos ou superior.

Material exigido dos Cursistas: Caderno de anotações e caneta.

Público Alvo: Professores, alunos e demais profissionais envolvidos com pesquisa científica e tecnológica

Valor: R$ 30,00

Data: 07 e 08 de julho de 2018
Horário: de 9h às 17h no sábado e 9h às 17h no domingo (carga horária de 12 horas)

Resumo da Proposta: As estruturas reprodutivas são importantes fontes de caracteres úteis à compreensão da evolução e do desenvolvimento das plantas. A alternância de gerações, que é uma das características compartilhadas pelos membros das embriófitas, apresenta variações entre e dentro dos seus vários grupos, incluindo a fase que é predominante e a forma e modo de liberação dos gametas e/ou esporos. A análise estrutural comparativa, baseada em técnicas de anatomia vegetal, é uma das ferramentas utilizadas no reconhecimento de padrões de desenvolvimento e de transformações ocorridas ao longo do tempo evolutivo, que estão intimamente relacionadas ao sucesso reprodutivo dos vários grupos das embriófitas. Dessa forma, esse minicurso busca apresentar aos participantes uma síntese do conhecimento atual sobre o desenvolvimento e a evolução das estruturas reprodutivas das embriófitas, levando em conta também os aspectos e as implicações para o conhecimento da ecologia e sistemática de seus membros.

Proponente (s)

PRISCILA ANDRESSA CORTEZ, doutora
Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) – Campus Araras-SP – Departamento de Ciências da Natureza, Matemática e Educação (DCNME)
E-mail: priscilaacortez@gmail.com
 http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4770427U9

ANA PAULA DE SOUZA CAETANO, doutora
Universidade Federal de Uberlândia (UFU) – Campus Umuarama – Instituto de Biologia
E-mail: apscaetano.unicamp@gmail.com
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4745887J6

JOÃO PAULO BASSO-ALVES, doutor
Universidade Estadual de Campinas – Instituto de Biologia
E-mail: jpbassoalves@gmail.com
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4121692T9

Número de vagas: 20 vagas

Pré Requisitos: Nenhum

Material exigido dos Cursistas: Caderno de anotações, lápis, borracha e caneta.

Público Alvo: Estudantes de graduação e de pós-graduação

Valor: R$ 50,00

Data: 07 e 08 de julho de 2018
Horário: carga horária de 12 horas

Resumo da Proposta: Reconhecimento das principais subfamílias e gêneros; noções sobre morfologia, classificação e filogenia de Araceae.

Proponente (s)

Marcus A Nadruz Coelho, Doutor
Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
E-mail: mnadruz@jbrj.gov.br
http://lattes.cnpq.br/1049734269570870

Lívia G. Temponi, Doutora
Universidade Estadual do Oeste do Paraná
E-mail: liviatemponi@yahoo.com.br
http://lattes.cnpq.br/6073829585718937

Número de vagas: 20 vagas

Pré Requisitos: Cursado disciplina de botânica (sistemática vegetal)

Material exigido dos Cursistas: Cada um poderá trazer um espécime de Araceae vivo

Público Alvo: Estudantes de graduação

Valor: R$ 50,00

Data: 07 e 08 de julho de 2018
Horário: de 8h às 12h no sábado e 8h às 12h no domingo (carga horária de 8 horas)

Resumo da Proposta: A arborização urbana, com suas características, problemáticas e desafios é um campo fértil para atividades em ensino de botânica, educação ambiental, biologia vegetal, ecologia, dentre várias outras práticas utilizadas como metodologias de ensino e aprendizagem.
O minicurso tem abordagem teórica e prática e abarca alguns pontos fundamentais como o levantamento da arborização urbana; a identificação botânica de indivíduos arbóreos que compõem a arborização urbana local; possibilidades de educação ambiental; aspectos ecológicos; problemáticas diversas; bem como as propostas e alternativas para a implantação do plano de arborização urbana em municípios brasileiros.
Em sua abordagem prática é realizada uma atividade em campo, nas ruas do município (no entorno do local em que o minicurso for ministrado) com abordagens de identificação botânica, das características do cuidado do poder público e dos munícipes em relação à arborização urbana aí existente e forte enfoque às possibilidades de ensino de botânica nesse ambiente arborizado, sejam eles ruas, canteiros centrais, praças, ciclovias, passeios ou parques municipais.

Proponente (s)

Prof. Dr. Fernando Periotto
Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) – Campus Lagoa do Sino – Centro de Ciências da Natureza
E-mail: ferperiotto@yahoo.com.br
 http://lattes.cnpq.br/8301456352208939

Número de vagas: 40 vagas

Pré Requisitos: Nenhum

Material exigido dos Cursistas: Caderno de anotações, lápis, caneta, chapéu, bloqueador solar e notebook.

Público Alvo: Estudantes de graduação e pós-graduação, docentes, gestores municipais e participantes do congresso que tenham interesse no tema.

Valor: R$ 30,00

Data: 07 e 08 de julho de 2018
Horário: de 8h às 18h no sábado e 8h às 18h no domingo (carga horária de 16 horas)

Resumo da Proposta: Através deste minicurso será possível trabalhar a relação teórica e prática entre os conhecimentos botânicos e a botânica do dia-a-dia. Para isto, estratégias que abordem pontos que geralmente trazem dúvidas e conflitos na sala de aula possam ser desenvolvidos com uma melhor eficácia. Para isto, materiais didáticos de simples elaboração serão introduzidos ao cotidiano do futuro professor, trazendo uma ferramenta de qualidade para que este possa alcançar os objetivos curriculares e a compreensão dos alunos em questão. Ao final deste curso, os participantes terão condições de compreender os principais pontos para trabalhar as competências e habilidades previstas no Parâmetro Curricular Nacional (PCN) para o ensino de botânica e assim, trabalhar e associar tais conteúdos com a sua própria vivência.

Proponente (s)

Ana Cristina Andrade de Aguiar-Dias, Dra. em Biologia Vegetal pela UNICAMP.
Filiação: Universidade Federal do Pará (UFPA) – Campus Belém – ICB
Universidade Federal do Estado de Rio de Janeiro (UNIRIO) – Campus Urca – IBIO (exercício provisório)
E-mail: acaaguiar@yahoo.com.br
http://lattes.cnpq.br/7769575415241225

Número de vagas: 15 vagas

Pré Requisitos: Noções básicas em Botânica (morfologia e anatomia vegetal).

Material exigido dos Cursistas: Caderno para anotações e caneta.

Público Alvo: Licenciandos em Ciências Biológicas e áreas afins.

Valor: R$ 30,00

Data: 07 e 08 de julho de 2018
Horário: de 8h às 18h no sábado e 8h às 18h no domingo (carga horária de 16 horas)

Resumo da Proposta: As plantas desenvolveram diversos mecanismos para promover a reprodução. Estes mecanismos estão relacionados a diferentes estratégias, algumas das quais desencadeiam um complexo processo de cooperação entre diferentes agentes. De forma geral, a reprodução das plantas pode ocorrer sexuada e/ou assexuadamente. A reprodução sexuada envolve a formação de novos indivíduos a partir da fusão de gametas, e está associada ao incremento de variabilidade genética. Por outro lado, na reprodução assexuada, novos indivíduos idênticos ou muito semelhantes ao parental desenvolvem-se a partir de mitoses de células somáticas. Em angiospermas, o modo de reprodução está diretamente relacionado a flor e esta é talvez a mais marcante característica do grupo. Responsável pela produção e abrigo dos gametófitos feminino e masculino, além de outras funções, a flor apresenta uma imensa diversidade de formas, tamanhos e cores. Grande parte das angiospermas depende da ação de animais para promover a transferência dos gametófitos masculinos (grãos de pólen) para a superfície estigmática da flor, e os atrativos florais, como cor e perfumes, atuam sinalizando aos animais a presença da flor e de recursos, instigando-os a realizarem as visitas e, consequentemente, a polinização. A evolução das angiospermas parece estar associada à evolução de diferentes sistemas sexuais para promover o que pode ser chamado de “polinização ótima”. A flor pode ainda, abrigar processos de reprodução assexuada, especificamente a reprodução assexuada por meio de sementes, ou apomixia. Este modo de reprodução parece ser particularmente importante em alguns cenários e tem sido registrado com certa frequência em alguns grupos de angiospermas.

Proponente (s)

Vinícius Lourenço Garcia de Brito, Professor
Universidade Federal de Uberlândia – Umuarama – Instituto de Biologia
E-mail: viniciusduartina@gmail.com
http://lattes.cnpq.br/7087539258317915

Ana Paula de Souza Caetano, Doutora
Universidade Federal de Uberlândia – Umuarama – Instituto de Biologia
E-mail: apscaetano.unicamp@gmail.com
http://lattes.cnpq.br/4491050184994240

Francismeire Jane Telles da Silva, Doutora
Universidade Federal de Uberlândia – Umuarama – Instituto de Biologia
E-mail: meirecuesta@gmail.com
http://lattes.cnpq.br/0150750345816005

Número de vagas: 30 vagas

Pré Requisitos: Noções básicas em Botânica (morfologia e anatomia vegetal).

Material exigido dos Cursistas: Nenhum

Público Alvo: Estudantes de graduação e pós-graduação

Valor: R$ 50,00

Data: 07 e 08 de julho de 2018
Horário: de 8h às 18h no sábado e 8h às 18h no domingo (carga horária de 16 horas)

Resumo da Proposta: A dendrocronologia é uma ferramenta que permite a datação exata dos anéis de crescimento anuais e tem sido usada por várias décadas para resolver problemas de natureza ecológica e geração de dados paleoclimáticos de grande importância no planejamento de recursos hídricos e análise de padrões de circulação atmosférica global, mudanças climáticas, impacto socioeconômico histórico da variabilidade hidroclimática, entre muitas outras aplicações. Apesar da importância desta tecnologia, no Brasil, o uso dos anéis de crescimento em estudo ecológicos ainda é recente, em grande parte devido à falta de conhecimento e à falta de instituições que oferecem treinamento nesta área do conhecimento. Assim, neste minicurso teórico-prático, espera-se que os participantes adquiram as ferramentas dendrocronológicas básicas para aplica-las em estudos florestais, ecológicos, climáticos, hidrológicos, etc.

Proponente (s)

Eliana Celestino da Paixão
Universidade Federal de Mato Grosso, campus Cuiabá- Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Áreas Úmidas/INAU
E-mail: elianapaixao2@gmail.com
http://lattes.cnpq.br/0640728315551582

Número de vagas: 30 vagas

Pré Requisitos: Noções básicas em Botânica (morfologia e anatomia vegetal).

Material exigido dos Cursistas: Notebook, Lapiseira ou lápis para marcação dos anéis e borracha

Público Alvo: Alunos de graduação e pós-graduação (mestrado)

Valor: R$ 50,00

Data: 07 de julho de 2018
Horário: de 8h às 18h no sábado (carga horária de 8 horas)

Resumo da Proposta: O bioma Cerrado. Fatores abióticos de estresse no Cerrado. A flora do cerrado: espécies acumuladoras e não acumuladoras de alumínio. Estratégias morfoanatômicas e fisiológicas de resistência das plantas nativas ao alumínio: mecanismo de exclusão e tolerância. Detecção dos sítios de acúmulo do alumínio em plantas: vantagens e desvantagens das diferentes técnicas.  Localização do alumínio por testes histoquímicos: o uso de reagentes marcadores da presença deste metal nos tecidos da planta. Parte Prática: Análise de lâminas histológicas permanentes e histolocalização do alumínio com Chrome Azurol S, Aluminon e Hematoxilina em diferentes órgãos de espécies nativas do cerrado.

Proponente (s)

Ana Paula Pires Marques, Mestre em Botânica
Universidade Federal de Viçosa (UFV) – Campus Viçosa – Departamento de Biologia Vegetal
E-mail: anappm.bio@gmail.com
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/busca.do

Aristéa Alves Azevedo, Doutora em Ciências Biológicas (Botânica)
Universidade Federal de Viçosa (UFV) – Campus Viçosa – Departamento de Biologia Vegetal
E-mail: aristea.azevedo@gmail.com
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/busca.do

Número de vagas: 20 vagas

Pré Requisitos: Possuir conhecimentos básicos de anatomia e fisiologia vegetal.

Material exigido dos Cursistas: Caneta ou lápis para anotações, borracha e caderno

Público Alvo: Alunos de graduação e pós-graduação

Valor: R$ 50,00

Data: 07 de julho de 2018
Horário: de 8h às 18h no sábado (carga horária de 8 horas)

Resumo da Proposta: Os fungos constituem um grupo de ampla diversidade de espécies de grande relevância econômica e ambiental, estando presentes de forma contundente no dia a dia de todos nós. No entanto, eles têm sido negligenciados tanto na educação básica, quanto superior, sendo abordados de forma superficial, e carente de atividades práticas. Visando fomentar o conhecimento de professores e outros profissionais para o ensino acerca dos fungos, este curso irá promover diferentes estratégias didáticas multidisciplinares no âmbito do ensino por investigação envolvendo esses organismos, com práticas dinâmicas e contextualizadas. A depender do número de participantes, poderemos contemplar cada um com um exemplar dos livros e outros materiais que publicamos recentemente sobre a temática.

Proponente (s)

Profa. Dra. Solange Xavier dos Santos
Universidade Estadual de Goiás, Campus Anápolis de Ciências Exatas e Tecnológicas
E-mail: solange.xavier@ueg.br ou solxav@yahoo.com.br
http://lattes.cnpq.br/5471284872073952

MSc.e doutorando Lucas Leonardo da Silva
Universidade Estadual de Goiás, Campus Anápolis de Ciências Exatas e Tecnológicas
E-mail: lucasleo.bio@gmail.com
http://lattes.cnpq.br/7973565633480507

Mestranda Izabel Cristina Moreira
Universidade Estadual de Goiás, Campus Anápolis de Ciências Exatas e Tecnológicas
E-mail: izacristina26@yahoo.com.br
http://lattes.cnpq.br/2353384525983790

Número de vagas: 20 vagas

Pré Requisitos: Nenhum

Material exigido dos Cursistas: Nenhum

Público Alvo: Graduandos e profissionais interessados no ensino de Micologia

Valor: R$ 50,00

Data: 07 e 08 de julho de 2018
Horário: de 8h às 18h no sábado e de 8h às 18h no domingo (carga horária de 16 horas)

Resumo da Proposta: A origem da vida tem sido um grande mistério, e explicar como a vida se originou tem sido um dos maiores desafios da Ciência, senão o maior deles. Uma das maiores dificuldades na explicação da origem da vida decorre da ignorância sobre o que é a vida. Ainda não se sabe o que é a vida, isto é, a Ciência não tem uma definição precisa de vida. Qualquer definição proposta até hoje ou atribui o caráter de vivo a algo sabidamente não vivo, como os cristais, ou deixa de fora algo considerado vivo, como os vírus. A falta de uma definição precisa de vida dificulta não só explicar a origem da vida como também sua busca fora da Terra. Apesar disso, ao longo de todo o tempo da História, o homem vem tentando explicar como a vida se originou. As hipóteses sobre a origem da vida podem ser agrupadas em dois pontos de vista antagônicos: a vida é eterna e surgiu junto com o universo, ou a vida surgiu por geração espontânea a partir do não vivo. Ao longo da História, as explicações penderam para um ponto de vista ou outro, dependendo das descobertas, que, por sua vez, dependem da criação e construção de novos equipamentos capazes de produzir novos dados, que levam a perceber a natureza como sempre diferente. Atualmente, as explicações mais aceitas pendem para a origem espontânea da vida a partir de estruturas submarinas diretamente relacionadas ao funcionamento geológico da Terra e muito recentemente descobertas.

Proponente (s)

Fernando Roberto Martins
Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Biologia, Departamento de Biologia Vegetal
E-mail: fmartins@unicamp.br
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4787799P7

Número de vagas: 20 vagas

Pré Requisitos: Nenhum

Material exigido dos Cursistas: Material para anotação, caso o cursista julgue necessário.

Público Alvo: Graduandos, graduados, pós-graduandos e pós-graduados na área de Ciências da Natureza e afins

Valor: R$ 30,00

Data: 07 e 08 de julho de 2018
Horário: de 8h às 18h no sábado e de 8h às 12h no domingo (carga horária de 12 horas)

Resumo da Proposta: O minicurso visa mostrar os procedimentos metodológicos utilizados para o mapeamento, caracterização, recuperação e monitoramento de nascentes urbanas, utilizados pelo projeto Água para o Futuro.

Proponente (s)

Abílio José Ferraz de Moraes, Me.
Ministério Público do Estado do Mato Grosso
E-mail: abilio.moraes@mpmt.mp.b​r
http://lattes.cnpq.br/0464655202876812

José Guilherme Roquette, Me.
Ministério Público do Estado do Mato Grosso
E-mail: jose.roquette@mpm.mp.br
​http://lattes.cnpq.br/2403451474668284

Stela R. A. Gonçalves, Ma.
Ministério Público do Estado do Mato Grosso
E-mail: goncalvessra@gmail.com
http://lattes.cnpq.br/2273068597809916

Número de vagas: 24 vagas

Pré Requisitos: Formação técnica ou acadêmica nas áreas das ciências ambientais ou áreas afins.

Material exigido dos Cursistas: Material para anotações, Pen Drive e Máquina Fotográfica (pode ser smartphones)

Público Alvo: Sociedade Civil

Valor: R$ 50,00